sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Aconteceu: Macaco Cego lança novo single

Logo reprodução: Fanpage da banda


Recentemente a banda Macaco Cego lançou seu presente de natal para os fãs do grupo itajubense; Nome do single é Promessas.


O natal é comemorado apenas no dia 25, mas dessa vez o presente chegou mais cedo para quem curte a banda mineira formada por Samuel Mohallem, 27, Wagner Andrade, 29, Eduardo Gonfer, 30 e Rogério Martins, 30. A música em questão se trata das mazelas que a corrupção política nos proporciona, porém também culpa os cidadãos por não usarem a consciência na hora de votar.

Sobre a letra e mensagem da música o vocalista, Mohallem, disse que infelizmente, com um assunto tão em alta, a banda não poderia ficar calada. "Porém tentamos abortar de um ponto de vista diferente do padrão polarizado que vemos nas redes sociais. Estamos cansados. O povo não aguenta mais tanta promessa vazia, tanta mesmice e tanta sujeira partindo dos governantes de nosso país, em todas as escalas. Mas nosso intuito é trazer pra uma reflexão mais profunda. O governo é o alvo fácil para culparmos (e tem sim sua parcela de culpa e devemos protestar), mas, e você? Quais são suas corrupções? O que você pode melhorar? No que você tem falhado? Pense nas pequenas coisas...Enquanto luta pra mudar quem está lá em cima, vá mudando aqui em baixo." completou o jovem. Confira abaixo o lyric vídeo produzido pela banda para a música.

Música: Promessas
Banda: Macaco Cego

Acontece: Natal em Votuporanga

Logo reprodução: Arquivo

Comércio abre o dia todo neste sábado e até as 22h a partir de segunda-feira; Chegada do Papai Noel da Associação Comercial de Votuporanga será na segunda-feira, às 20h com direito a apresentações musicais para receber o Bom Velhinho.


Com a proximidade do Natal, a expectativa da ACV é que as vendas aumentem em torno de 20%, em relação ao mesmo período do ano passado. De olho na movimentação e como um incentivo às compras de fim de ano, as lojas da cidade funcionarão das 9h às 22h a partir do dia 12 (Segunda). Neste segundo sábado do mês (10/12), estarão abertas das 9h às 18h.

Para segunda-feira, marcando o período de abertura em horário especial, a associação promove a chegada do Papai Noel às 20 horas. Ele partirá da Zona Norte de limousine até o centro da cidade onde será recepcionado com a apresentação da Corporação Musical Zequinha de Abreu, Orquestra Sinfônica e Coral Canto Livre.

Outro atrativo aos consumidores é a campanha Sonho de Natal da associação comercial da cidade. Quem compra no comércio local até o dia 31 de dezembro recebe os cupons para concorrer a um Palio 0km e a uma moto Dafra 150. Até este domingo os veículos ficarão expostos no supermercado Santa Cruz e nos próximos dias estarão em lojas e demais supermercados da cidade. Os ganhadores serão anunciados no sorteio do dia 3 de janeiro.

“Acreditamos num melhor resultado para o setor neste ano. Em 2015, os efeitos da crise nacional estavam mais fortes, mas neste ano esperamos uma melhora. O sorteio dos veículos também incentiva a presença dos clientes, inclusive de toda a região”, comenta o presidente da associação, o advogado e empresário Celso Penha Vasconcelos.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Acontece: Profanidade e Música na Avenida

Banner reprodução: Facebook Eventos

E eis que em mais um domingo (11/12) a profanidade musical rolará solta na avenida mais importante de São Paulo. Com muita reverência, bruxaria, hermetismo, blues e muito mais na quarta edição da parada musical mais Profana da capital paulista que promete abrir a porta do outro-mundo, confira a entrevista com o organizador da parada musical.


Victor Hugo Cavalcante: Primeiramente muito obrigado por nos conceder esta entrevista e gostaria de começar perguntando: Esta é a terceira edição do evento, porque o evento recebeu este nome? E porque abrir mais uma vez as portas do outro-mundo?
Profana: Victor, obrigado pelo espaço e interesse. O nome vem de uma festa que tradicionalmente acontecia no estúdio onde o Lonesome Duo costuma ensaiar e compor. A ideia de levar essa festa para rua é a de partilhar esse momento de catarse musical gratuitamente com todos que tiverem interesse, ajudando a promover o trabalho de bandas da cena autoral independente no Brasil. O outro-mundo é onde habita o imaginário de onde surgem as composições do Lonesome, daí a menção. São influências obscuras, pagãs, como o vodu e o séance por exemplo.

Victor Hugo Cavalcante: Como surgiu a ideia de criar um evento de profanidade e música na paulista? Porque na terceira edição contar com o apoio do hermetismo de Pedro Pastoriz, o sagrado-musical dos Cartolas, a reverência do Electric Hendrix Tribute, a bruxaria do Chaiss na mala. Tudo isso misturado à blues-transpiração dos anfitriões, The Lonesome Duo? O que esses artistas tem em comum entre eles e entre o evento? Como rolou os convites para as bandas?
A ideia surgiu em aproveitar a Paulista Aberta, uma inciativa do Prefeito Fernando Haddad que transforma a avenida em um enorme calçadão aos domingos, com o propósito principal de incentivar a união entre os músicos que muitas vezes sofrem com a pequena visibilidade em uma cidade tão grande como a nossa. A coisa em comum que une esses artistas entre si, além de convivência e amizade (já que em algumas das bandas é comum dividir alguns dos mesmos músicos), é principalmente a vontade de transformar a rua em palco. Colocar-se à mercê de um público que só vai assistir ao espetáculo se estiver realmente interessado.

Ultimamente, os convites rolam através das próprias bandas, que estão me contatando pelo perfil da Profana no Facebook. A primeira edição já era uma ideia mais antiga com Murilo Sá e os 3Cruzeiros, que são músicos que se apresentam juntos há bastante tempo. 

Victor Hugo Cavalcante: O que o pessoal achou da 2ª edição do evento na avenida Paulista que contou com a participação da Otis Trio, da banda Culto ao Rim e é claro dos anfitriões, The Lonesome Duo?
Foi fantástico. Ter a possibilidade de dividir o mesmo espaço com músicos incríveis que só se encontra em clubes de jazz, agora completamente acessíveis  fascinando a outros públicos. Algumas pessoas até estranharam o estilo menos popular das duas bandas, que é mais experimental, performático. Tivemos um público cativo que permaneceu lá conosco durante todo o evento. Pra nós, a rua é o palco onde podemos ser mais humanos, acessíveis. Estamos lá, lado a lado com o público. Não existe backstage, não existe camarim. As reações, improvisos, tudo olho no olho. Não tem fingimento. 

Victor Hugo Cavalcante: O que os fãs das bandas que tocarão no evento podem esperar dessa terceira edição de profanidade?
Uma sonoridade brasileira, passeando pelo rock, folk, pop, com arranjos criativos, apresentações enérgicas, viagens psicodélicas, frescor de coisa nova. E claro, referências pesadas ao jazz e ao blues. Essa edição vai ser a mais longa, com mais artistas até agora.

Victor Hugo Cavalcante: Pretendem fazer mais shows profanos após essa terceira edição? Já tem algum pensamento de data e convidados?
A quarta Folia já está marcada para dia 18/12. Por enquanto estamos organizando com os artistas, mas Daniel Zé e The Lonesome Duo já são presenças confirmadas.

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

O Revide: A arte e a missão de fazer rap

Capa reprodução: Fanpage O Revide

Diante tanta desigualdade racial, lutas psicológicas e corporais, uma hora o revide chegaria, e quem diria que a maior arma utilizada seria a rima hein? Pois é... Direto de Osasco, o grupo O Revide vêm mandando um HeadShot de tiros de palavras no rap nacional independente.


Victor Hugo Cavalcante: Primeiramente muito obrigado por nos conceder essa entrevista, e gostaria de começar perguntando: O Mano F é integrante de um grupo de rap chamado Sentença conte nos um pouco da história do grupo. Quais influencias de ritmo e mentalidade O Revide recebeu desse grupo para sua carreira solo e grupal?
O Revide: A história do Sentença iniciou quando em 96,97 ganhei do meu tio Edinho uma fita cassete do Racionais M'cs. Quando ouvi Hey boy, fim de semana no parque e pânico na zona sul, eu falei, "nossa que muito louco", mas, quando ouvi Negro limitado, aí então despertou em mim um senso crítico, auto-estima maior, sede de mudança, mentalidade social. Comecei a escrever e percebi que também tinha o dom de compôr. em 99 comprei o CD do Facção Central - Estamos de luto, e ouvindo aquele som fortaleceu mais ainda meu sonho, é isso que eu quero. Em um evento de rap em abril de 2000, encontrei amigos da rua e da escola e trocando ideia eu descobri que cantavam também. O Cris Duguetto foi o primeiro a ingressar naquela ideia de montar um grupo, que demos o nome de Sentença Moral. Fazíamos as letras e ensaiávamos na rua, ao lado da caixa de som, tímidos e ate parávamos quando passava alguém. Logo em seguida o Jefferson entrou para o grupo e fomos convidados a ensaiar na casa de uns amigos que já tinham um trabalho, chamado Calibre pesado, que depois passou a chamar Provérbios 13, e cantávamos nossas músicas, e eles cantavam seu repertório. Sempre juntos nos ensaios, cantando ambas as músicas, deles e nossas, resolvemos juntar os dois grupo e deixar o nome Sentença Moral, que passou a chamar apenas Sentença na gravação do seu primeiro e único CD intitulado O trauma. A influência é gigante, muito do que o Revide fez e faz no rap nacional, aprendeu com os integrantes do Sentença. A pegada das letras e o ritmo de um rap mais forte, contundente, é a ideologia vinda de lá.

Victor Hugo Cavalcante: Quais seus cantores favoritos? O que cada um desses cantores influenciam nas letras e no ritmo de suas musicas?
São muitos. No rap são Eduardo, Ex Facção Central e seus backings vocals J.Ariais e Smith, Renan (Inquérito), Gog, Edi Rock, Carlos e Flavio (Depoimento Ocular), Copa e Bruno (Enxame), MP XIII (Expressão Ativa), Mano Axé (Império z/o), Jonatas (O Revide), Cris Duguetto, Cleber e Grego (Sentença). gosto de Roberto Carlos, Paulo Diniz, Paulo Sérgio, Michael Jackson, Demis Russos, e muitos outros cantores dessa linha romântica anos 60, 70, 80 e 90. nas letras a influência é total, pois as músicas representam mudanças, de comportamento, de postura, busca por melhoras como ser humano. e no ritmo, muitas vezes usamos bastante coisa desses artistas que também são referência pra nós.

Victor Hugo Cavalcante: Como começou a relação Rap e grupo O Revide?
Em 2009 o grupo Sentença estava meio disperso por problemas particulares e eu queria gravar uma música em homenagem ao meu pai que havia falecido em 2006. Então gravei a música e alimentou a ideia de fazer um trabalho solo, daí então segui e gravei o primeiro CD solo Na missão, o segundo veio em 2014 A arte de fazer rap e em 2015 quando iniciei a gravação do terceiro CD Diário de guerra, canções de batalha, convidei um mano o qual admiro o trabalho, Jonatas. E logo o convidei pra fazer parte do O Revide.

Victor Hugo Cavalcante: O que cada letra das músicas cantadas por vocês dizem sobre o jeito de ser, agir e pensar de cada integrante?
Tudo, cada estrofe, cada rima, cada letra representa o que queremos, o que buscamos, o que sonhamos pra nós e pra todos. o rap vai além de um ritmo, é a nossa vida, é o que nos fez levantar e lutar, é o que levantou nossa auto-estima, é o que nos fez acreditar mais em nós, nos moleques das quebradas, no amor, no respeito. nossas letras é um espelho disso tudo.

Victor Hugo Cavalcante: Recentemente vocês lançaram o album duplo Diário de Guerra, nos fale um pouco dele, como surgiu a ideia desse álbum, e no que se diferencia na melodia e na letra das músicas para outro álbuns?
O Diário de guerra, canções de batalha, é como vemos hoje o dia-a-dia, a rua, o rap, nossas vidas. A ideia surgiu de um sonho de fazer um CD duplo, e relatar várias situações como se fosse realmente um diário, o diário de guerra, da guerra civil que vivemos. A diferença desse disco para os outros, é o amadurecimento musical que tivemos, tanto nas produções que acompanhamos uma a uma, como nas letras que foram cuidadosamente elaboradas, e cantadas de forma que leve algo positivo as periferias. A produção musical ficou por conta de Marcos D, Jonatas, Djota, Letul e eu Mano F. Gravação, mixagem e masterização por Djota no LaCaza Stúdio e arte gráfica de Jonatas (Glória guetos), e Marcos D Produções. contamos também com participações muito especiais como a do Flavio e o Carlos (Depoimento Ocular), Copa e Bruno (Enxame), Djota, Kapa e Rebeca Bloom (Família Nacional), Chicão (Intelectos do gueto), Brooncks 011, Paulo Break, Viviane e Talita.

Victor Hugo Cavalcante: Em Off nos foi informado que o grupo originalmente era um trabalho solo, logo depois surgiu mais um integrante para o grupo, porque isso aconteceu? O que os fãs acharam desse acréscimo?
Isso aconteceu naturalmente. convidei o Jonatas para participar em uma das faixas do disco, pois admiro e respeito muito seu trabalho, que também inclui produção musical. É um cara muito talentoso, disposto e que ama o rap tanto quanto eu. Conversamos e fiz o convite, ele de pronto aceitou e hoje formamos O Revide. Quem acompanha o trabalho do O Revide aceitou de uma forma muito boa, O jonatas é um mano que já tem uma história de amizade, parceria e participações em meus trabalhos, veio pra somar de forma mais direta ainda e O Revide ganhou muito com a sua chegada.

Victor Hugo Cavalcante: Quais as novidades que os fãs podem esperar em relação á carreira do grupo em 2017?
Espero em Deus que muitas novidades. lançamento de um vídeo clipe, festa de lançamento do CD, se tudo correr da melhor forma lançamento de bonés e camisetas do grupo e outros projetos que temos em mente, que na hora certa virão a tona.

Música: Livre das Correntes
Álbum: A arte de fazer rap
Grupo: O Revide
Produção: Policeno (Liderativo Produções

Acontece: 2ª Fase Vestibular Unifev

Foto reprodução: Cedida pela assessoria da instituição

Inscrições online para o Vestibular de dezembro da UNIFEV terminam nesta sexta-feira. Prova, válida para todos os cursos da Instituição, exceto Medicina, acontecerá no próximo domingo (dia 11), apenas em Votuporanga.


As inscrições online para o Vestibular de dezembro do Centro Universitário de Votuporanga terminam nesta sexta-feira (dia 9), à meia-noite. Após essa data, os interessados deverão se inscrever na Central de Relacionamento de ambos os campi, até às 12 horas do próximo sábado (dia 10). A taxa é de R$ 30, devolvida ao aluno aprovado, no ato da matrícula.

O segundo Processo Seletivo da Instituição, válido para todos os cursos de graduação do da universidade, menos Medicina, ocorre no próximo domingo, às 14 horas, na Cidade Universitária.

A avaliação, que acontecerá apenas em Votuporanga, tem duração de três horas e abordará os conteúdos do núcleo comum do Ensino Médio, assuntos contemporâneos e uma redação.

Todas as informações a respeito do Vestibular, descontos e mensalidades podem ser obtidas através do site ou pelo telefone 0800 015 0228.

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Acontece: Semana Inclusiva com Jah e Chá


Fotos reproduções: Cedida pela assessoria da instituição


Tribo de Jah encerra com show a programação da Semana Inclusiva, abertura do evento conta com a participação do grupo rio pretense Chá de Lua.


Uma das precursoras do reggae no Brasil, a Tribo de Jah apresenta seu novo álbum, Confissões de um Velho Regueiro, em comemoração aos 30 anos de estrada. A banda tem como característica a presença de quatro músicos deficientes visuais, que se conheceram na Escola de Cegos do Maranhão e despertaram para a música utilizando-se de instrumentos velhos. O show será no dia 9, sexta, às 20h, no Ginásio de Esportes. A banda Chá de Lua faz a abertura do show.

Desde o dia 2 de dezembro, o Sesc São Paulo está promovendo a SEMANA INCLUSIVA, realizada em parceria com a Secretaria do Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. A programação traz experiências em arte, esporte e educação, com acessibilidade a pessoas com e sem deficiências. O último dia (9/12) é marcado pelo show da banda maranhense Tribo de Jah e pela banda Chá de Lua.

Intitulado Confissões de um Velho Regueiro, o novo projeto da banda maranhense contém confissões desses anos de estrada e traz toda a experiência adquirida nos principais palcos do Brasil e do mundo ao longo da carreira.

O amadurecimento e a evolução musical da banda que transita por vários gêneros e estilos são perceptíveis. Além disso, as mensagens de amor, paz, sociais e políticas continuam presentes nesse trabalho, mostrando que a essência da banda continua a mesma.

Também com letras engajadas, a banda Chá de Lua apresenta a miscigenação, rítmica e experimental, com composições sobre vários temas, como política, psicodélicas metafóricas e o amor.

As bandas se apresentam no dia 9, sexta, às 20h, no Ginásio de Esportes. A entrada é gratuita e os ingressos estarão disponíveis para retirada a partir das 19h.

A entrada de menores de 16 anos será permitida apenas se acompanhados do responsável legal, com documentação oficial do menor e do responsável.

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Acontece: Cinexpresso em Rio Preto

Imagem reprodução: Cedida pela assessoria do Sesc Rio Preto

Curtas e Curtíssimos são destaque da programação de cinema em dezembro.


Em cartaz no mês de dezembro está a Cinexpresso, mostra, iniciativa da 358 filmes, que visa a troca de experiências e incentivo à produção de cinema independente, por meio de exibições de curtas metragens produzidos pelos alunos do Cinexpresso - Curso Livre de Cinema e Produções de realizadores de São José do Rio Preto e outras cidades do país, além de atividades formativas. A mostra tem abertura marcada para o dia 8, quinta, às 19h30, no Teatro do Sesc. Também acontece uma mostra paralela, com a exibições de filmes de curtíssima duração, contemplando produções de 1 a 7 minutos.

Além das exibições, as atividades formativas completam a programação da mostra. São oficinas sobre o fazer cinematográfico. A oficina Captação de Áudio Para Cinema, com o técnico Bruno Bergamo acontece dias 8 e 9. No dia 10, é a vez de discutir a produção do cinema independente com Cavi Borges, produtor, diretor e fundados da Cavídeo, locadora especializada em filmes raros e de arte. Atuação no cinema é a próxima oficina da mostra e acontece no dia 11, orientada por Amanda Gabriel, formada em Artes Cênicas pela UFPE, bacharelado em Interpretação, preparadora e produtora de elenco. A realização da Mostra fica por conta da Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto e conta com o apoio do Sesc Rio Preto.

Fora a mostra Cinexpresso, a Sala Sesc de Cinema segue com exibições nos dias 22 e 29 de dezembro.

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